Vai nascer uma ilha no Teatro D. Maria II

Despenha-se um avião no palco da Sala Garrett e quem se ergue dos escombros é a poesia dramatúrgica de Philippe Quesne, criador francês que já foi capaz de pôr em cena sete toupeiras gigantes nas profundezas da terra [La Nuit des Taupes, Culturgest, 2016].

Os seus universos delirantes, lugar de encontro entre as artes visuais e as performativas, são lentes de aumentar para nos vermos melhor.

Utopias, também. “Os meus espetáculos nascem frequentemente enquanto penso sobre paisagens, ou em que micromundo poderei mergulhar os intérpretes, um local onde eles terão que inventar uma vidapossível em quaisquer circunstâncias”, revela Quesne.

“Enquanto espaço isolado no meio dos mares, que conduz às visões mais diversas, a ilha sustenta muitos mitos (…) é o local de inspiração de várias histórias e narrativas de exílio, o cenário de certas fantasias ou a moldura de utopias”.

No final de 2019, nasce a possibilidade de uma ilha no D. Maria II

De 7 a 9 de Novembro

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