Vai nascer uma ilha no Teatro D. Maria II

Despenha-se um avião no palco da Sala Garrett e quem se ergue dos escombros é a poesia dramatúrgica de Philippe Quesne, criador francês que já foi capaz de pôr em cena sete toupeiras gigantes nas profundezas da terra [La Nuit des Taupes, Culturgest, 2016]. Os seus universos delirantes, lugar de encontro entre as artes visuais e as performativas, são lentes de aumentar para nos vermos melhor. Utopias, também. “Os meus ...

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