Bela, de Ana Cristina Silva

A 8 de dezembro de 1930, Florbela Espanca tirou a própria vida. Era o dia do seu aniversário. Fazia 36 anos. A vida de Florbela é um retrato de um espírito criativo, insatisfeito, complexo, com laivos de luz e sombra no Portugal na viragem do século XX.

A biografia ficcionada escrita por Ana Cristina Silva, que faz mais do que contar a história de Florbela Espanca. A autora abre-nos a porta para os sentimentos e pensamentos desta mulher não convencional que ousou viver plenamente, ainda que muitas vezes tenha sido infeliz.

Envolvente, arrebatador e original, este romance psicológico narra as paixões, desencontros, reveses e força criativa de uma poeta cuja vida terminou cedo demais, mas cuja obra perdura.

Florbela Espanca encontrou na poesia, desde tenra idade, a natural expressão das suas paixões, das suas mágoas, de um erotismo sublime e sempre, sempre da procura do Grande Amor. Recusou viver pela moral dos outros e teve a coragem de abrir o seu próprio caminho. A vida de Florbela é o retrato de um espírito criativo, insatisfeito, complexo, com laivos de luz e sombra no Portugal na viragem do século XX.

Sobre a autora
Ana Cristina Silva nasceu em Lisboa e é professora no Instituto Superior de Psicologia Aplicada na área de Aquisições Precoces da Linguagem Escrita, Ortografia e Produção Textual. Autora de 15 romances e de um livro de contos, foi três vezes finalista do Prémio Fernando Namora (2011, 2012, 2013) e venceu o prémio em 2017 com o romance A Noite Não é Eterna. Recebeu o prémio Urbano Tavares Rodrigues pelo romance O Rei do Monte Brasil.

Bela
Ana Cristina Silva
Bertrand Editora

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