Top Ten dos melhores álbuns para Vila Martel

Arctic Monkeys – Whatever People Say I am, That’s What I’m Not
A voz do Alex Turner a divagar entre o enérgico e o doce, sempre com aquele sotaque inconfundível de Sheffield; as guitarradas de quem não deve nada a ninguém e toca sem rodeios; o ritmo alucinante da bateria que parece levar a música sempre para a frente; as letras, tão representativas do estilo de vida da sua geração, que servem como janela para a vida dos jovens daquela pequena cidade inglesa. São estes os ingredientes que tanto fascinam neste disco, e por essa mesma razão está presente neste Top 10.

The Smiths – The Queen Is Dead
O significado profundo das letras, a sonoridade característica de uma das bandas pioneiras do rock alternativo, a performance genial de Morrissey e a guitarra de Marr abriram um universo alternativo único que é impensável não ser referido nesta seleção.

Ornatos Violeta – O monstro precisa de amigos
Álbum completamente singular, em que cada um dos seus elementos é impossível de reproduzir por alguém senão os ornatos. A carga emocional projetada pela voz de Manel Cruz, encaixa na perfeição com as letras do mesmo, tendo como pilar todo o sentido harmónico e melódico das canções.

Samuel Úria – O grande medo do pequeno mundo
De uma lírica inigualável, Samuel exprime as suas emoções e ideias através da sua música, sendo sempre honesto com aquilo que sente, algo que é notório pela organicidade das suas canções.

José Cid – 10 Mil Anos entre Vénus e Marte
Este álbum representa um marco no rock português e um dos grandes álbuns de música do mundo que, num imaginário próprio, o Tio Zé viaja entre as suas referências que fazem dele uma referência para todos nós.

Car Seat Headrest – Teens of Denial
Uma referência do rock mundial com letras íntimas, honestas sobre uma juventude deprimida que luta contra o mundo mau que existe hoje.

Pink Floyd – The Wall
Álbum que junta temas bastante pertinentes numa viagem à cabeça da personagem principal (Pink). É um álbum denso e cheio de significados diferentes, que chega a todas as pessoas que o ouvem. Conseguiu juntar todas as criações artísticas da banda ao longo da sua carreira, musicalidade, temas e concertos ao vivo, num só álbum e reinventar tudo de uma forma ainda melhor.

Mike Oldfield – Tubular Bells
Um álbum experimental com todos os instrumentos tocados pela mesma pessoa. Com apenas dois temas instrumentais temos variações brilhantes e composições muito boas e interessantes. Um álbum que deve ser apreciado a cada nota.

The Beatles – White Album
Um dos álbuns mais completos, ricos e extraordinariamente bem conseguidos de toda a história da música rock. Ao longo de todas as músicas somos levados numa viagem que passa por vários géneros de música, por várias histórias, emoções e vivências daquele que é um dos álbuns mais
autobiográficos dos Beatles.

Radiohead – OK Computer
Sonoridades únicas, atmosfera única, performance única. Estas são os 3 pilares essenciais para este álbum se encontrar neste top 10, conseguindo criar um novo estilo que não é rock, pop, eletrónica, nem qualquer outro género musical senão Radiohead.

Saiba mais sobre os Vila Martel aqui.

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