Dia 13 de Outubro. Podia ser uma sexta-feira, mas não foi. Dia 13 de Outubro foi um sábado. O mesmo sábado que o Indiegente ganhou vida.

Indiegente Live a maior prova de amor

Dia 13 de Outubro. Podia ser uma sexta-feira, mas não foi. Dia 13 de Outubro foi um sábado. O mesmo sábado que o furacão Leslie escolheu para visitar Lisboa.

Dia 13 de Outubro. Podia ser uma sexta-feira, mas não foi. Dia 13 de Outubro foi um sábado. O mesmo sábado que o Indiegente ganhou vida.

Há semelhança de outros milhares de turistas, Leslie chegou à capital, incomodou, mas não fez mossa. Bem pelo contrário, Leslie serviu de pano de fundo a uma noite memorável que teve lugar no LAV – Lisboa ao Vivo, pois o programa de autor, Indiegente, de Nuno Calado, ganhou vida e encheu de música a sala de espectáculos ribeirinha.

Dia 13 de Outubro. Podia ser uma sexta-feira, mas não foi. Dia 13 de Outubro foi um sábado. O mesmo sábado que o Indiegente ganhou vida.

Que me desculpe quem não esteve, mas esta foi uma noite única e sobre ela pouco ou nada há para escrever. A verdade é que as imagens valem mais do que mil palavras e as que agora aqui vos mostramos têm a força única de vos testemunhar o que aconteceu naquela noite.

Dia 13 de Outubro. Podia ser uma sexta-feira, mas não foi. Dia 13 de Outubro foi um sábado. O mesmo sábado que o Indiegente ganhou vida.

Encontro de amigos? Partilha de irmão de “armas”? Na realidade um pouco disto tudo foi o que se viveu no Lisboa ao Vivo. Entrar na sala e receber um abraço do Adolfo Luxuria Canibal não é para todos e logo ali nos introduziu na magia de uma noite que, podendo ser replicada, nunca mais será igual.

Dia 13 de Outubro. Podia ser uma sexta-feira, mas não foi. Dia 13 de Outubro foi um sábado. O mesmo sábado que o Indiegente ganhou vida.

Olhar para o merchandising e dar de caras com Pedro Vindeirinho, responsável supremo da Rastilho Metal Records por quem nutrimos profunda admiração, faz-nos perceber, novamente, que esta será uma noite especial. Há algo que liga a malta do punk, do rock e do metal e estávamos todos ali reunidos para prestar homenagem a alguém que soube e sabe ligar isto tudo. A ti, Nuno Calado, que segues as pisadas do mestre António Sérgio. A ti, Nuno Calado que, tal como o mestre fez há várias décadas atrás, continuas a mostrar e a educar os ouvidos dos mais novos para que a música não morra na praia do facilitismo e da rima simples. A ti, Nuno Calado, que, com coragem e uma força destemida, segues em frente rumo à evidência maior de que todos têm o seu espaço e esta noite foi disso exemplo.

Dia 13 de Outubro. Podia ser uma sexta-feira, mas não foi. Dia 13 de Outubro foi um sábado. O mesmo sábado que o Indiegente ganhou vida.

Resta-nos agradecer a amizade que nos dedicas e o trabalho com que todas as noites enriqueces a vida de quem te escuta na emissão da Antena 3. Long live Rock ‘n’ Roll.

Texto: Sandra Pinto
Fotos: Luís Pissarro

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