Flamecore assinam com a Wormholedeath e reeditam álbum de estreia carregado de fúria melódica
A editora Wormholedeath acaba de anunciar a mais recente adição ao seu catálogo: os Flamecore, banda grega emergente de melodic death metal oriunda de Chania e Atenas. A parceria inclui a reedição internacional do seu álbum de estreia homónimo, um trabalho feroz e profundamente emotivo que vem consolidar a identidade da banda no cenário do metal extremo moderno.
Combinando riffs esmagadores com passagens melódicas intensas, os Flamecore afirmam-se como uma força em ascensão no metal europeu. O seu som evoca referências claras a nomes como In Flames, Slipknot e Gojira, mas com uma assinatura própria, marcada por uma energia crua e letras carregadas de angústia e introspecção.
“Queríamos criar algo honesto, direto e que refletisse os nossos próprios conflitos internos e a desordem social à nossa volta”, explicam.
O projeto começou com uma simples partilha de riffs entre Leonidas Viglakis (voz e bateria, a partir de Chania) e Stathis Lianos (guitarra e baixo, em Atenas). Dessa troca nasceu o primeiro tema, “Plains of Nameck”. Rapidamente seguiram-se novas composições, como “Only Waste Remains”, e com a entrada de Panagiotis Tsopelas e Akis Blazakis, os Flamecore assumiram a sua formação completa.
Gravado entre as duas cidades, o álbum foi posteriormente misturado e masterizado por John Mor, no Apex Soundworks, que conseguiu captar tanto a fúria rítmica como a densidade emocional do som da banda.
A estreia dos Flamecore apresenta uma sonoridade técnica e devastadora: ataques de pedal duplo, leads harmonizadas e vocais que alternam entre a agressividade gutural e o desespero rasgado. Liricamente, o disco mergulha em conflitos de identidade, fraturas sociais e experiências catárticas, oferecendo uma jornada intensa para quem busca mais do que apenas peso.
Desde o lançamento do álbum, a banda tem vindo a conquistar palcos, com Iasonas Stefanou a assumir a guitarra em contexto ao vivo, e agora com Panagiotis Mousouras no baixo, os Flamecore estão já a trabalhar em novo material, mantendo-se fiéis ao seu ADN: metal honesto, visceral e sem concessões.