O músico Bemti lança hoje em exclusivo para Portugal na LOOK mag o videoclipe de Quando o Sol Sumir, com participação de Fernanda Takai,

EXCLUSIVO LOOK mag: Bemti apresenta videoclipe de “Quando o Sol Sumir”

Bemti lança hoje em exclusivo para Portugal na LOOK mag o videoclipe do single Quando o Sol Sumir, o qual conta com participação de Fernanda Takai, conhecida no nosso país pelas parcerias com os Clã e por ser a voz dos Pato Fu.

A faixa agora divulgada integra o segundo disco de Bemti, intitulado Logo Ali, editado pela Natura Musical em setembro.

Quando o Sol Sumir é uma composição de Bemti em parceria Roberta Campos, autora que tem mais de 20 músicas em bandas sonoras de novelas, entre elas canções como “Minha Felicidade” e “De Janeiro A Janeiro”. A letra da canção é um romance que brinca com a dualidade do “sol sumir” ser um simples pôr do sol ou um evento cataclísmico.

No vídeo, Bemti e Fernanda Takai apresentam-se como um astronauta e um dinossauro, respetivamente, que aproveitam o ‘último dia’ em diferentes lugares e situações antes que o fim se aproxime. «A primeira ideia que tive para o clipe era uma animação com dois personagens que se divertem sem perceberem que estão à beira da extinção», conta Bemti.

«Foi muito divertido adaptar a ideia inicial da animação para um clipe de ‘carne e osso’. Ele tem essa pegada muito colorida e engraçada, mas assim como a música, é só parar para prestar atenção que você percebe que tem um apocalipse à espreita. No final das contas é um vídeo sobre aproveitar momentos valiosos ao lado de quem a gente ama, independente de qual seja esse vínculo. Espero que essa mensagem ressoe para quem assistir, principalmente num momento ‘pós-apocalíptico’ mas ainda cheio de incertezas como esse que estamos a viver», acrescenta.

A equipa do videoclipe é formada por nomes do teatro independente de Belo Horizonte, como o diretor e diretor de fotografia Kléber Bassa, o figurinista Luiz Dias e a diretora de arte Thálita Motta. Bemti assina o guião e a montagem da produção.

«A Fernanda teve um papel muito importante na coragem que tive para construir meu trabalho solo. Em 2016, eu toquei viola caipira em um show dela e foi muito especial! Quando eu e a Roberta começamos a pensar em nomes para convidar para a música, a Fernanda surgiu de imediato e foi uma jornada muito linda desde fazer o convite a ela até a música estar pronta. Só gratidão por essa troca! Deu toda a grandeza para essa música que é sobre um amor tão imenso que continua a existir até depois do mundo acabar», afirma o músico.

Com a presença de Hélio Flanders (Vanguart) no trompete, o arranjo inicia um jogo delicado entre o piano de cauda e a viola caipira de 10 cordas tocada por Bemti, até crescer para um som grandioso com influências de estilos como os de Bon Iver, Baleia, Mew e Sigur Rós.

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