Dead End de Mala Voadora

Chris Thorpe escreveu “Dead end” para a mala voadora a partir de narrativas populares da região de Guimarães. Aproxima-se de coisas como o destino e o sacrifício, com um certo negrume. Aquilo que, nos melodramas, é arrumado de maneira a que o bem triunfe.

“Dead end” pode ser sobre a necessidade do mal, com histórias em que o mal é castigado e o bem vence, cumprindo assim um papel tranquilizador para aqueles que se projetam no papel da vítima.

Segundo o “Tratado do Melodrama”, da autoria de Abel Hugo, Armand Malitourne e Jean Joseph Ader, “para fazer um bom melodrama, primeiro é preciso um título. Depois é preciso adaptar a esse título um assunto qualquer, seja histórico, seja de ficção. Colocam-se como principais personagens um farsante, um tirano, uma mulher inocente e perseguida, um cavaleiro e, sempre que se possa, um animal aprisionado: um cão, gato, corvo, passarinho ou cavalo”.

Com direção de Jorge Andrade, texto de Chris Thorpe a partir de contos de tradição oral originalmente recolhidos por Francisco Martins Sarmento, conta com as interpretações de Anabela Almeida, Jani Zhao, Joana Bárcia, Jorge Andrade, Mónica Garnel, Rui Lima, Sérgio Martins, Simão Cayatte, Tânia Alves, entre outros. Cenografia José Capela, com execução de Carlos Maia, figurinos José Capela, com assistência de Teresa Ferreira. Luz de Daniel Worm d’Assumpção e banda sonora de Rui Lima e Sérgio Martins

“Dead End”
Maria Matos Teatro Municipal
Avenida Frei Miguel Contreiras 52
1700 Lisboa
Tel. 218 438 800
De 23 até 26 de janeiro
Horário: 21h30
Bilhete: 12 euros (com desconto 6 euros)
Duração: 75 min
http://www.teatromariamatos.pt/

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