Brands That Matter: 2022 o regresso da música a Paredes de Coura com a Vodafone

Dois anos depois a música está de regresso a Paredes de Coura. Mais uma vez, a Vodafone marca presença como patrocinador principal do festival minhoto. Para nos falar sobre este regresso e nos revelar as novidades desta edição conversámos com Leonor Dias, diretora de Marca e Comunicação da Vodafone.

A poucos dias de mais uma edição do Vodafone Paredes de Coura como estão os nervos e o nível de ansiedade?

Estamos com o friozinho na barriga como se fosse a primeira vez. Acredito que é algo transversal a todos os que vivem o Vodafone Paredes de Coura. Vamos finalmente voltar para os braços do Taboão, para o local idílico que nos enche de cultura e boas memórias.

Foi difícil esta paragem forçada de dois anos?

Foi difícil, mas esta paragem permitiu-nos constatar o espírito de união e resiliência de quem faz o Vodafone Paredes de Coura, desde a organização ao público.
Ao longo destes dois anos, acompanhámos de perto a resiliência de todos os profissionais da Ritmos, promotor do festival. Durante vários meses trabalharam em planos alternativos, soluções únicas à medida do festival, que acabariam por não se concretizar devido às restrições impostas aos espetáculos ao vivo nestes dois anos.
Quem não ficou indiferente a todo este esforço da comunidade que envolve o festival – e que estava a atravessar um momento tão difícil – foi o público. A Ritmos abriu um período de reembolso para os bilhetes comprados para a edição de 2020 e 2021, no entanto a maior parte das pessoas preferiram guardar o bilhete e esperar pela edição de regresso. Aliás, houve quem tenha rasgado o bilhete dessas edições e comprado novamente para a edição deste ano.
Isto é o espírito de que falamos e que se vive nos dias recheados de música e alegria nas margens do Taboão.

O que mudou depois de duas edições adiadas na abordagem da Vodafone ao festival? Continua ele a ser estratégico para a marca?

Mais do que promover uma mudança, esta paragem sedimentou aquilo em que a Vodafone acredita: a vida precisa de música, bem como experiências inovadoras e diferenciadoras que possam ser sentidas em conjunto. Esta máxima tem pautado as nossas iniciativas ao longo dos anos, nomeadamente no Vodafone Paredes de Coura. Associámo-nos ao festival há 10 anos, fizemo-lo porque materializa tudo aquilo em que acreditamos. Conhecido como o “festival dos afetos”, é dos mais carismáticos e ecléticos, que nos envolve com a sua simbiose entre a cultura e a natureza. Aproxima-nos dos diferentes públicos, principalmente dos mais jovens. Tal como a Vodafone, é um festival que conecta.

Uma das grandes expectativas dos festivaleiros é perceber as novidades com que a Vodafone recebe os campistas. O que é que eles vão poder encontrar no campismo este ano?

Temos previstas várias ativações dentro e fora da zona de campismo, uma delas é novidade e tira partido do melhor do 5G: o Vodafone Stage Cam, que permite ao público fazer uma chamada em live stream para os ecrãs laterais do palco Vodafone. Esta iniciativa explora as funcionalidades do 5G e transforma a experiência no festival.

As Vodafone Music Session acontecem desde 2013 e estão de regresso, são concertos pequenos dados pelos artistas que fazem parte do cartaz, exclusivos, que acontecem em lugares secretos e inusitados.

À semelhança de anos anteriores, vamos ter também no recinto ações da Yorn. A grande novidade será um tubarão no Taboão, o “Yorn Shark”, que permitirá aos festivaleiros tirarem fotografias dentro de água. Teremos novamente um espaço de campismo exclusivo para clientes Yorn vencedores do passatempo que teremos nas redes sociais. E a Árvore dos Shakes, junto ao rio, com cartas de prémios e ilustrações, onde os clientes Yorn podem aceder ao Shake It, através da app My Vodafone, e ganhar prémios.

Para conforto do público, a Vodafone tem dentro e fora do recinto os espaços Vodafone Power Bar e Power ON com mais de 400 pontos de carregamento de telemóveis e tablets. E ainda os Vodafone Shuttles que asseguram o transporte entre o centro da vila e o recinto de quem tem pulseira do festival.

O conforto ainda é um aspeto importante, certo?

Sim, sem dúvida. É por isso que nos envolvemos e participamos ativamente na construção do evento. Procuramos acrescentar valor, conforto e a personalidade da marca Vodafone nos espaços e nas dinâmicas do festival, respeitando sempre aquilo que o caracteriza.

Até que ponto a presença da Vodafone no festival cria laços de fidelidade entre os festivaleiros e a marca?

Acreditamos que é com as experiências que proporcionamos que fazemos a diferença: sejam ativações, passatempos, ações de charme ou a forma como pensamos as estruturas do festival. Ou seja, é a forma como criamos memórias – através das nossas ações – que intensifica os laços da Vodafone com o público, que acaba por voltar ao festival não só pelo local e pelo espírito em si, mas por toda a experiência.

Podemos afirmar que ao fim destes anos esta é, de facto, uma aposta ganha? Ou seja, é a Vodafone uma brand que está no top of mind do consumidor quando se fala de festivais de música em Portugal?

A estratégia da Vodafone passa pela associação aos melhores e maiores eventos nacionais, que permitam um maior alinhamento com os valores da marca. O Vodafone Paredes de Coura tem sido, sem dúvida, uma aposta ganha. Os resultados não se medem tanto em retorno financeiro, mas em notoriedade para a marca e proximidade com o público. E estamos muito satisfeitos com o retorno que temos conseguido.

Impossível não perguntar: assistimos a uma mudança na orientação da Vodafone FM, vai essa mudança refletir-se no futuro do Vodafone Paredes de Coura ou não?

O novo posicionamento da Vodafone FM em nada altera a essência do festival. Aliás, são iniciativas distintas, mas que têm coisas em comum, tais como acompanhar as dinâmicas da indústria musical e apostar na divulgação da música nacional nos mais variados estilos.

Continua a música a ser uma área importante na estratégia da Vodafone?

Temos por hábito dizer que está no nosso ADN, é indissociável da marca Vodafone. A música tem acompanhado os quase 30 anos da Vodafone, que se celebram este ano. Está presente nas nossas comunicações – onde a música desempenha um papel importante no branding das campanhas – e na nossa estratégia de ativação. Portanto, é uma área que é mais do que importante, faz parte da quem somos.

Presumo então que o investimento na música vai continuar por parte da marca?

Sim, é um casamento já duradouro e que continua com a chama acesa.

Na sua opinião, do cartaz deste ano o que é que os festivaleiros não vão poder perder?

É difícil escolher… Diria que o primeiro dia será especial. Para além de ser o que marca o regresso, é o dia extra que o festival terá este ano totalmente dedicado à música portuguesa. São 20 artistas do universo musical nacional que nos vão contagiar com as suas sonoridades. É sem sombra de dúvida um dia a não perder.

Prognósticos só depois do jogo, costuma dizer-se, mas quais as expetativas para esta edição?

Acima de tudo esta edição será uma ode à celebração da vida no habitat natural da música. Só isso já faz com que as nossas expectativas sejam as melhores.

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