Redemptus, em conjunto com a Gruesome Records, a Raging Planet Records, a Regulator Records e a Ring Leader Records, lançaram recentemente o seu terceiro álbum, blackhearted.

À conversa com Redemptus

Redemptus, em conjunto com a Gruesome Records, a Raging Planet Records, a Regulator Records e a Ring Leader Records, lançaram recentemente o seu terceiro álbum, blackhearted.

Formados em 2014, a banda tem confundido os limites entre géneros entre o post-metal, o sludge, e o punk hardcore. Com o coração sempre presente e no lugar certo, o trio do Porto canaliza emoções de uma forma crua através das palavras escritas e ditas por Paulo Rui, e pelas músicas criadas e tocadas em conjunto com Marcos Martins e Pedro Simões.

Aquele que era tido como um dos mais aguardados registos deste ano, tem vindo a granjear elogios um pouco por todo o mundo. Editado em CD, vinil, cassete e formato digital, blackhearted chegou para conquistar os nossos corações. Um álbum de partilhas que fala sobre escuridão mas que se apresenta como uma luz para nos guiar ao que de mais pleno pode existir: nós, o nosso amor próprio e o nosso amor pelos outros.

Numa conversa com a banda dissecámos este trabalho para percebermos melhor de onde surgiu.

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