Mário Costa é uma referência do jazz contemporâneo e da bateria. Tem construído um percurso musical notável a nível nacional e internacional.

À conversa com o baterista e compositor Mário Costa

Mário Costa é uma das principais referências do jazz contemporâneo e da bateria em particular.

Tem construído um percurso musical notável a nível nacional e internacional, com mais de 600 concertos realizados enquanto baterista de artistas como Miguel Araújo, António Zambujo e Ana Moura, com quem já partilhou o palco nas mais conceituadas salas do globo, tais como a Sidney Opera House, Carnegie Hall NYC ou Berlin Philharmonic.

Em simultâneo, tem integrado ininterruptamente diversas formações de jazz nacionais e colaborado com vários músicos de diferentes gerações, desde João Mortágua ou Hugo Carvalhais a Carlos Bica ou Mário Laginha.

Em 2018, Mário Costa lançou o projeto OXY PATINA (CleanFeed), acompanhado novamente por duas figuras incontornáveis do jazz europeu: Benoît Delbecq, no piano e Marc Ducret na guitarra: a estreia em nome próprio, que para além de inúmeras criticas internacionais, recebeu o máximo das estrelas pela revista Jazz.pt que lhe atribuiu os títulos de “melhor disco do ano” e “músico de jazz nacional do ano”.

No próximo dia 19 de Setembro, às 18h30, no Land Art Festival (LA) em Sever do Vouga, o músico apresenta o concerto “Oxy Patina – Circum-Navegação – Solo”, um novo reportório inspirado na primeira viagem de circum-navegação liderada por Fernão Magalhães.

Em conversa com a LOOK mag Mário Costa explicou em que consiste este projeto, e o que vai acontecer.


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