21 de junho marca o regresso do rock em força ao Rock in Rio Lisboa com nomes como Sepultura e Linkin Park
O Rock in Rio Lisboa vai viver um dos seus dias mais intensos e aguardados a 21 de junho, data que se afirma como a grande celebração do rock, do metal e das suas múltiplas ramificações na edição de 2026 do festival.
O grande destaque do dia vai para os Linkin Park, que regressam a Portugal para um concerto muito esperado. A banda norte-americana, uma das mais influentes do rock alternativo e nu metal do século XXI, promete um espetáculo intenso, marcado por clássicos que atravessaram gerações e por uma nova fase da sua carreira. A atuação no Palco Mundo é vista como um dos momentos altos de todo o festival.
Mas o dia 21 de junho não se resume a um único nome. O cartaz estende-se por vários palcos e estilos, mantendo sempre o rock como eixo central. The Pretty Reckless, liderados por Taylor Momsen, trazem ao festival um hard rock poderoso e cru, enquanto os veteranos Cypress Hill acrescentam uma abordagem híbrida que cruza rock e hip-hop, num espetáculo conhecido pela sua intensidade ao vivo.
No campo do metal, o destaque vai para os Sepultura, que sobem a palco numa digressão especial que assinala quatro décadas de carreira. Considerados uma das maiores bandas de metal oriundas do Brasil, a sua presença reforça o peso histórico e simbólico deste dia. A eles juntam-se os P.O.D., representantes clássicos do nu metal norte-americano, com um concerto pensado para os fãs que cresceram ao som dos anos 90 e início dos anos 2000.
O alinhamento fica completo com nomes como Kaiser Chiefs, Hoobastank e Grandson, garantindo diversidade sonora dentro do universo rock, bem como com a forte representação nacional assegurada por Blasted Mechanism e Tara Perdida, duas bandas com ligação profunda ao público português e ao espírito dos festivais de verão.
Segundo a organização, o objetivo é claro: devolver ao Rock in Rio Lisboa um dia onde o rock assume o papel principal, sem concessões, celebrando a sua história, a sua evolução e a sua capacidade de continuar a mobilizar multidões.