A minha vida num disco: Zé Pedro dos Holocausto Canibal e da editora Larvae Records

Baixista dos Holocausto Canibal desde o primeiro dia, Zé Pedro é um homem multifacetado que podem ficar a conhecer melhor nesta entrevista. Envolvido noutros projetos, como Grunt, Dementia 13, The Ominous Circle, Execrandos Manifestos Radio Show, é ainda responsável pela editora discográfica Larvae Records.

É ele o responsável da escolha de hoje.

A minha vida num disco: Zé Pedro

Type-O-Negative – October Rust
(1996, Roadrunner Records)
Apesar de ter tido um contacto prévio fugaz com o “Slow, Deep and Hard”, este álbum foi indubitavelmente para mim a obra incontornável de TON e é muito provavelmente o álbum que mais vezes ouvi (e que ainda visito recorrentemente) sem que o mesmo tenha atingido qualquer nível de saturação.
Todas estas características só por si o tornam único e fazem-no ocupar um lugar singular na minha playlist de sempre.
Tenho pena de só em 2007 os ter visto ao vivo (no Coliseu de Lisboa) numa fase já descendente e definhante em relação ao vigor de palco e brilhantismo de outrora, contudo não deixou de ser mágico e de ter proporcionado momentos que estou em crer permanecerão marcados indelevelmente na memória.
Posteriormente em 2015 e 2018, tive a oportunidade de tocar nalgumas das venues em Brooklyn – NY que fizeram parte do percurso e imaginário da formação de Type-O e absorver parte da aura que eventualmente os inspirou a compor este marco musical absoluto.

You May Also Like

A minha vida num disco: Ricardo Agostinho do site [ar.cai.co]

A minha vida num disco: João Vairinhos

A minha vida num disco: Nuno Miranda da Gruesome Records

À conversa com o músico João Spencer dos Mazarin

error: Conteúdo protegido. Partilhe e divulgue o link com o crédito @lookmag.pt