A minha vida num disco: radialista Paulo Lázaro

Musica, cinema ou teatro fazem parte do radialista Paulo Lázaro que podem ficar a conhecer melhor nesta entrevista.

Hoje a escolha do disco é dele.

A minha vida num disco: Paulo Lázaro

Isto de escolher um disco da vida tem tantas dificuldades quantas as vidas que vamos vivendo, assim atalho caminho com aquele que porventura marcou uma época de intensa paixão na minha vida. Decorria o ano e já eu era enorme fã da banda quando o disco que aqui vos trago se transformou num marco indelével, na minha vida canção após canção.
Banda já mais que estabelecida na Pop alternativa de então, marcava, após dois registos mais imediatos, um regresso a um estilo mais introspectivo e sombrio do rock gótico que os haviam caracterizado no início dos anos 80, não apenas pela temática gótica mas sobretudo pela composição e letras. Foi o álbum que finalmente trouxe a Portugal uma das bandas mais emblemáticas dos anos oitenta e abriu caminho para os grandes concertos de estádio no nosso país. Levaram em Maio de 1989 a Alvalade, 35 mil pessoas num estádio cortado a meio para receber canções pop negras, românticas e irresistíveis aos ouvidos dos mais exigentes devotos do melhor rock alternativo que se ouvia na época. Eu e ela estávamos lá. E hoje estamos cá. O disco fica para sempre. “Disintegration”, dos Cure de Robert Smith, talvez seja mesmo o disco mais importante da minha vida.

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